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A Música de Forma Terapêutica

Ouvir música pode ser um caminho rápido para melhorar seu humor, mas está ficando cada vez mais claro que há muito mais benefícios para a música do que apenas um rápido impulso para suas perspectivas. A pesquisa mostrou que a música tem um efeito profundo em seu corpo e psique. De fato, existe um campo crescente de assistência médica, conhecido como musicoterapia, que usa a música para curar.

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Ondas cerebrais

A pesquisa mostrou que a música com uma batida forte pode estimular as ondas cerebrais a ressoarem em sincronia com a batida, com batidas mais rápidas trazendo concentração mais nítida e pensamento mais alerta, e um ritmo mais lento promovendo um estado calmo e meditativo.

Além disso, a pesquisa descobriu que a mudança nos níveis de atividade das ondas cerebrais que a música pode trazer também pode permitir que o cérebro mude a velocidade mais facilmente por conta própria, conforme necessário, o que significa que a música pode trazer benefícios duradouros ao seu estado de espírito.

Respiração e frequência cardíaca

Com alterações nas ondas cerebrais, surgem mudanças em outras funções corporais. Os governados pelo sistema nervoso autônomo, como respiração e freqüência cardíaca, também podem ser alterados pelas mudanças que a música pode trazer. Isso pode significar respiração mais lenta, ritmo cardíaco mais lento e uma ativação da resposta de relaxamento, entre outras coisas.

A música e a musicoterapia podem ajudar a neutralizar ou prevenir os efeitos prejudiciais do estresse crônico, promovendo bastante não apenas o relaxamento, mas também a saúde.

Estado de espirito

A música também pode ser usada para trazer um estado mental mais positivo, ajudando a manter a depressão e a ansiedade afastadas. O som edificante da música e as mensagens positivas ou catárticas que podem ser transmitidas nas letras também podem ser rotas para um novo estado mental.

Isso pode ajudar a impedir que a resposta ao estresse cause estragos no corpo e a manter os níveis de criatividade e otimismo mais altos, trazendo muitos outros benefícios.

Outros benefícios

Também se descobriu que a música traz muitos outros benefícios, como baixar a pressão arterial (que também pode reduzir o risco de derrame e outros problemas de saúde ao longo do tempo), aumentar a imunidade, aliviar a tensão muscular e muito mais.

Com tantos benefícios e efeitos físicos tão profundos, não é surpresa que muitos estejam vendo a música como uma ferramenta importante para ajudar o corpo a permanecer (ou se tornar) saudável.

Terapia musical

Com todos esses benefícios que a música pode trazer, não é surpresa que a musicoterapia esteja crescendo em popularidade. Muitos hospitais estão usando musicoterapeutas para o tratamento da dor e outros usos que apoiam a saúde de seus pacientes.

Os musicoterapeutas também ajudam com vários outros problemas, incluindo o estresse. Para mais informações sobre musicoterapia.

Usando a música por conta própria para melhorar a saúde

Embora a musicoterapia seja uma disciplina importante, você também pode obter muitos benefícios da música por conta própria. (Você já deve estar fazendo isso desde a adolescência, mas é uma ótima ideia continuar incorporando a música à sua vida diária à medida que envelhece no ciclo da vida, como sabemos agora.)

A música pode ser usada na vida cotidiana para relaxar, ganhar energia ao se sentir esgotado, para a catarse ao lidar com o estresse emocional e de outras maneiras também. A maioria de nós sabe por experiência própria que a música pode dissolver o estresse de uma unidade de registro, manter-se motivado a se exercitar e nos levar de volta a experiências positivas em nosso passado, que podem ser um incentivador da felicidade e um alívio do estresse.

Eles nem sequer saíram do jornal – e nem se sabe se eles vão sair – e já compartilham opiniões: os planos populares de saúde são uma proposta do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, para tentar evitar mais gastos com a saúde. Sistema Único de Saúde, SUS, liberando cofres públicos. A idéia é que esses planos de saúde ofereçam menos serviços do que aqueles determinados pela lista de procedimentos mínimos obrigatórios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tornando-os mais acessíveis à população.

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O grupo de trabalho acaba de entrar em modelos de análise governamental

Uma ideia do ministro é desafiar o SUS, proporcionando maior acesso aos planos de saúde para a população, pois os usuários “populares” podem usar o valor ainda mais baixo, na mesma proporção dos serviços oferecidos. Mas, ao contrário do que muitos pensam, isso não seria uma privatização do SUS – mesmo porque seria contra a Constituição, que determinou que a saúde é um direito de todo cidadão que deve ser garantido pelo Estado. Ele também exclui a possibilidade de um imposto exclusivo para pagar pelos cuidados de saúde.
O plano de saúde popular, ou Projeto de Plano de Saúde Acessível, foi criado pela Portaria 1.482/2016 e foi elaborado por um grupo de trabalho composto por 24 entidades que encerraram os debates na segunda quinzena de dezembro. Agora, caberá ao governo Temer analisar os três modelos montados e enviá-los à ANS, a agência reguladora das operadoras de planos de saúde.

Conheça as principais mudanças no plano de saúde popular

Um dos modelos populares de seguro de saúde é o ambulatório, com cobertura apenas para consultas e exames; ambulatório e hospitalar, com cobertura para internações; e um terceiro, que teria recebido pouco apoio, apenas com cobertura hospitalar. Uma das maneiras encontradas para reduzir custos, independentemente do modelo do plano, é a única cobertura regional, ou seja, os serviços presentes na lista de procedimentos obrigatórios definidos pela ANS, mas que não estão disponíveis nessa região, seriam removidos do sistema. cobertura.

Outra mudança seria aumentar os períodos de carência: consultas básicas em clínica médica, pediatria, ginecologia e cirurgia geral seriam mantidas em sete dias, mas para outras especialidades o período aumentaria de 14 para 30 dias. Para as cirurgias programadas, o período de carência passaria de 21 para 45 dias, quando então haveria uma nova consulta para um segundo parecer médico.

Outra proposta é aumentar a coparticipação, que hoje tem um limite máximo de 30%, aumentando a participação do beneficiário em qualquer procedimento para 50%. O modelo também prevê que toda primeira consulta seja feita por um médico “generalista”, que filtraria a consulta fazendo a indicação dos especialistas necessários – com exceção das consultas com pediatras e ginecologistas, na mesma linha dos cuidados realizados hoje por SUS.

Os planos atuais não mudam

Para os planos de saúde que já estão no mercado hoje, não haveria mudanças, mas o modelo popular de plano de saúde é controverso e ainda promete dar muito o que falar, principalmente devido à divisão de despesas com o usuário e ao aumento na espera de consultas e cirurgias.

Para várias entidades da Medicina, a segmentação do atendimento ao ser humano viola a própria lei dos planos de saúde e o Código de Defesa do Consumidor, colocando os médicos em uma situação vulnerável, fazendo-os trabalhar sem poder fornecer ao paciente tudo o que o medicamento pode oferecer – e isso também teria o efeito colateral de aumentar o número de ações judiciais.

Redução no valor pode chegar a 20%: A estimativa, no entanto, é que essas medidas atinjam uma redução de custos de até 20% nos valores dos planos de saúde, facilitando o acesso a mais pessoas e ajudando a aliviar o SUS – que, por sua vez, seria novamente sobrecarregado com o aumento de processos contra planos de saúde, uma vez que a chamada judicialização fica atrasada na fila do serviço público. A verdade é que esse romance ainda promete muito mangá para mangá, então precisamos seguir os próximos capítulos de perto.

De qualquer forma, não vale a pena esperar pelo fim de resolver sua paz de espírito. Hoje existem muitas opções para planos de saúde, com serviços que podem ser personalizados para pesar menos no orçamento mensal e atender a todas as suas necessidades sem perda de qualidade.

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Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células beta . A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta portanto em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia.

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Classificação do Diabetes

Sabemos hoje que diversas condições que podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes Tipo 1 (DM 1) – Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células, beta levando a deficiência de insulina. Nesse caso podemos detectar em exames de sangue a presença desses anticorpos que são: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM 1 no momento do diagnóstico. Em geral costuma acometer crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeado em qualquer faixa etária.

O quadro clínico mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como: sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza. Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

Diabetes Tipo 2 (DM 2) – Nesta forma de diabetes está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos). Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge o diabetes. A instalação do quadro é mais lenta e os sintomas – sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais e outros – podem demorar vários anos até se apresentarem. Se não reconhecido e tratado a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma .

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos. Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças. Isso se deve, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física. Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, haja visto a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

Outros Tipos de Diabetes – Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta (MODY 1, 2 e 3), defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Diabetes Gestacional – Atenção especial deve ser dada ao diabetes diagnosticado durante a gestação. A ele é dado o nome de Diabetes Gestacional. Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada.. Na maioria das vezes ele é detectado no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, de perdas fetais, má formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que sua chance de desenvolverem a doença é maior.

Como Posso Saber se Estou Diabético?

O diagnóstico laboratorial pode ser feito de três formas e, caso positivo, deve ser confirmado em outra ocasião. São considerados positivos os que apresentarem os seguintes resultados:

1) glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 horas)
2) glicemia casual (colhida em qualquer horário do dia, independente da última refeição realizada (> 200 mg/dl em paciente com sintomas característicos de diabetes.
3) glicemia > 200 mg/dl duas horas após sobrecarga oral de 75 gramas de glicose.

Existem ainda dois grupos de pacientes, identificados por esses mesmos exames, que devem ser acompanhados de perto pois tem grande chance de tornarem-se diabéticos. Na verdade esses pacientes já devem ser submetidos a um tratamento preventivo que inclui mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física ou mesmo a introdução de medicamentos. São eles:

(a) glicemia de jejum > 110mg/dl e < 126 mg/dl.
(b) glicemia 2 horas após sobrecarga de 75 gr de glicose oral entre 140 mg/dl e 200 mg/dl

O diagnóstico precoce do diabetes é importante não só para prevenção das complicações agudas já descritas, como também para a prevenção de complicações crônicas.

A Importância do Acompanhamento Médico

É importante que o paciente compareça às consultas regularmente, conforme a determinação médica, nas quais ele deverá receber orientações sobre a doença e seu tratamento. Só um especialista saberá indicar de forma correta:

• a orientação nutricional adequada,
• como evitar complicações,
• como usar insulina ou outros medicamentos,
• como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina,
• fornecer orientações sobre atividade física,
• fornecer orientações de como proceder em situações de hipo e de hiperglicemia.

Esse aprendizado é fundamental não só para o bom controle do diabetes como também para garantir autonomia e independência ao paciente. É muito importante que ele realize suas atividades de rotina, viajar ou praticar esportes com muito mais segurança. É importante o envolvimento dos familiares com o tratamento do paciente diabético, visto que, muitas vezes, há uma mudança de hábitos, requerendo a adaptação de todo núcleo familiar.

Por que Tratar a Hiperglicemia?

A hiperglicemia é a elevação das taxas de açúcar no sangue e que deve ser controlada. Sabe-se que a hiperglicemia crônica através dos anos está associada a lesões da microcirculação, lesando e prejudicando o funcionamento de vários órgãos como os rins, os olhos, os nervos e o coração. Os pacientes que conseguem manter um bom controle da glicemia têm uma importante redução no risco de desenvolver tais complicações como já ficou demonstrado em vários estudos científicos.

Pacientes com Diabetes Tipo 2 não diagnosticado tem risco maior de apresentar acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio e doença vascular periférica do que pessoas que não têm diabetes. Isso reforça a necessidade de um diagnóstico precoce que permita evitar tais complicações.

A Automonitorização

Para obter um melhor controle dos níveis glicêmicos, não basta o paciente apenas acreditar que está fazendo tudo corretamente ou ter a sensação de estar sentindo-se “bem”. É necessário monitorar, no dia-a-dia, os níveis glicêmicos. Para isso, existem modernos aparelhos, os glicosímetros, de fácil utilização e que nos fornecem o resultado da glicemia em alguns segundos. Siga as orientações do seu médico quanto ao número de testes que deve ser realizado.

O objetivo desse controle não é só corrigir as eventuais hiperglicemias que ocorrerão, mas também tentar manter a glicemia o mais próximo da normalidade, sem causar hipoglicemia.

Quanto melhor o controle, maior o risco de hipoglicemia, daí a importância também da monitorização da glicemia mais vezes tanto para evitar a hipo, como também para que não se coma em excesso na correção dela, o que invalidaria os esforços para manter o controle. A monitorização permite que o paciente, individualmente, avalie sua resposta aos alimentos, aos medicamentos (especialmente à insulina) e à atividade física praticada.

Exames de Rotina

De acordo com a necessidade, as consultas devem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, com eventuais contatos por telefone ou fax, com envio da monitorização glicêmica. Nas consultas são solicitados os exames que devem incluir a glicemia, a hemoglobina glicada trimestral (que dá a média da glicemia diária nos últimos 2 a 3 meses), função renal anual (ureia, creatinina, pesquisa de microalbuminúria), perfil lipídico anual ou semestral, avaliação oftalmológica anual, avaliação cardiológica. Os demais exames devem ser solicitados de acordo com a necessidade individual do paciente.

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